domingo, 28 de junho de 2015

Crianças tristes precisam de pais atentos

blog_criançatriste3Ana* sempre foi tímida. Uma criança mais retraída “como o pai”, diziam todos. Aos oito anos de idade a mãe ficou preocupada quando a criança não quis ir ao parque aquático junto com os coleguinhas da escola e resolveu olhar o diário da filha. Lá descobriu que a criança não só estava quieta demais, como estava sofrendo demais. Com excesso de peso ela recebia xingamentos na escola e manifestava do desejo de “sumir”, pois acreditava que além dos pais, ninguém mais gostava dela. Para não contar que tinha visto o diário sem permissão, a mãe agora procura uma maneira de abordar e procurar ajuda e uma bulimia nervosa foi o ponto de partida para um tratamento intenso e doloroso para pais e filha
“Me sentia péssima em ver minha filha daquele jeito e ficava me perguntando onde havia errado. Ela chorava muito, sem motivo e sentia culpa por estar triste”, recorda a mãe Caroline* que prefere proteger a identidade da família. Ela chegou a suspeitar de abuso, mas a pequena que hoje é adolescente, sempre negou. Crianças assim, acima dos oito anos de idade foram alvo de uma grande pesquisa no Reino Unido, divulgada no início do ano. Lá descobriram que a cada onze crianças, entre 8 e 16 anos, uma está infeliz. O levantamento feito pela Children’s Society, organização de proteção à infância não é uma exclusividade britânica.
Embora não haja pesquisas recentes no Brasil, a pediatra Ana Maria Escobar, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo, advoga a tese de que em solo brasileiro a realidade é parecida. Em 2005 ela fez um levantamento sobre o bem-estar dos pequenos que frequentavam o hospital, querendo saber das 959 crianças entrevistadas se elas viviam bem e se havia diferença entre a qualidade de vida dos alunos de escola privada e pública. “Para minha surpresa 22% responderam sofrer de ansiedade e quase 2% manifestaram sinais de depressão e eles tinham entre 5 e 9 anos de idade”, enfatiza a especialista. Para quem esperar saber de asma e outros problemas de saúde mais palpáveis foi uma tremenda surpresa descobrir que o estresse moderno não passa desapercebido pelos pequenos e também não faz distinção entre nível social.
Crianças desconfortáveis na infância
Brincar de bola na rua, andar de carrinho de rolimã ou soltar pipa são atividades ilusórias e almejadasblog_criançatriste2por Ricardo*, de 9 anos. Filho de uma advogada e um empresário o pequeno vê da janela do quarto a vida passar lá embaixo, fora do seu prédio. “Nós nos preocupamos muito com a segurança dele e ele entende que é para o bem. Somos pais e temos que protegê-lo, mas não sabia que proteção poderia atrapalhar”, culpa-se Beatriz*, a mãe que mora em Curitiba e há um ano acompanha o filho na terapia.
A proteção não é exatamente o problema, mas o medo que se transfere para o filho desde que o marido sofreu um sequestro relâmpago, quando o garoto nem sabia falar ainda. O prédio cheio de câmeras de segurança, as portas com proteção, o carro blindado e o alerta constante para prestar atenção. “Minha mãe nunca deixa andar com o carro de janela aberta. Pede para fechar, pois é perigoso”, explica o menino quieto, que segundo o pai, já foi mais falante.
De fato a infância de ontem era mesmo mais leve que a de hoje. Para Ana Escobar o mundo atual é mais estressante e angustiante para as crianças, sobretudo as dos centros urbanos. Já não existe espaço para correr, brincar e descobrir o seu redor. “O espaço para brincar e explorar as possibilidades é muito importante para a formação infantil e como temos vividos em pequenos apartamentos, com pequenos quintais, sem árvores para subir, desenvolveu-se o lazer de inatividade recreacional que é justamente videogames, internet e televisão”. Ela chama a atenção para o nível de competitividade e violência destes recursos utilizados largamente para entreter os pequenos que, além de espaço, também sentem falta dos pais.
Pais que trabalham fora acabam delegando a educação das crianças para outras pessoas, menos comprometidas com o bem-estar e a formação emocional. O resultado disto é menos tempo em família, menos conversa, menos conhecimento e mais sofrimento. No primeiro caso que você leu, a mãe reconhece que descobrir logo o problema foi essencial para um tratamento eficaz, entretanto existia também um grande tabu em levar a criança ao psicólogo, pois junto vinha o estigma de uma família que não sabia lidar com o seu problema.
“Minha filha não queria cantar no coral da escola, não foi à própria formatura e tinha uma autoestima péssima. O tratamento me fez prestar mais atenção à ela e suas necessidades”, lembra. Para a mãe de Ricardo, a culpa ainda é grande, pois foram vários meses de reclusão do garoto até notarem algo de errado. “Achava que era apenas mau comportamento e que ele precisava do espaço dele para ficar sozinho”, desculpa-se.
O garoto que fazia inglês, espanhol, equitação e natação é como muitos que são sobrecarregados de atividades e têm pouco tempo para o descanso. Como miniexecutivos, precisam organizar suas agendas para dar conta de tantos compromissos. Para o Dr. Ricardo Halpern, presidente do Departamento Científico de Pediatria do Comportamento e Desenvolvimento da Sociedade Brasileira de Pediatria, “as crianças dão sinais físicos de que as coisas não estão bem e podem ir desde mal desempenho na escola até dores repentinas como cefaleia e abdominais”.
Ele também lembra que a configuração moderna de relacionamento, priorizando o virtual ao invés do real, tem lá sua parcela de contribuição para este estado de tristeza e ansiedade. Embora tenham sua importância, as redes sociais geram frustração, pois nelas só se coloca o melhor, a melhor foto, a melhor frase, como se estivessem criando um personagem. Na hora do convívio real pode haver rejeição e frustração pela figura que existe. “Os adolescentes são pautados pelo que se mostra nas redes sociais, principalmente na fase de transição da infância para a vida adulta, por isto os pais devem saber o que acontece lá para orientá-los”, convoca a pediatra.
É bom ressaltar que muitas das atividades às quais os pequenos são submetidos são mesmo para preencher o tempo que os pais estão ausentes e, de certa forma, um mecanismo que os responsáveis encontram para capacitar o filho, tendo em vista seu futuro profissional, porém o tiro pode sair pela culatra.
Em alguns casos, até por causa da convivência, é o professor quem primeiro percebe que algo está errado. Desenhos, falas soltas e omissão em atividades em grupo são sinais e, pelo sim e pelo não, é hora de verificar. Em muitos casos de abuso sexual, por exemplo, que é considerado um estresse tóxico, a demora em descobrir o problema e o medo de tocar num assunto tão delicado podem trazer consequências ainda piores e se arrastarem por toda a vida.
Disciplina
Sad looking boy with fighting parents behind himPor culpa ou mesmo preguiça, muitos pais deixam os filhos fazerem todas as próprias vontades, mas os especialistas em educação são unânimes em afirmar que a disciplina, regras claras e um toque de autoridade dão segurança aos pequenos. A melhor precaução para ansiedade e tristeza das crianças ainda é o mais antigo dos métodos: pais presentes. Mãe que conversa, que sabe o que acontece na vida do filho, pai que estabelece limites e os cumpre, passam uma imagem de solidez na família e o menor absorve isto como uma base segura sobre a qual andar e um porto para onde voltar e pedir ajuda.
Muitas vezes é na proibição do pai que ele encontra alívio para romper com a pressão do grupo que demanda algumas atitudes que de fato ele não quer fazer. Até o grupo da criança reconhece quando o “tio” é chato e não deixa passar a madrugada jogando games, por exemplo. Tudo bem que pais ausentes por causa do emprego contribui para a sensação de desamparo dos pequenos, mas não é uma desculpa tão eficaz. Desde a Segunda Guerra a mulher foi para o Mercado de trabalho e nem por isto àquelas são referência de má criação.
O fenômeno de agora é outro e diz respeito à ditadura da juventude que aponta para o consumo exacerbado para frear o tempo – como se isto fosse possível. “Este estilo de eternamente jovem atinge a sociedade de uma forma sem precedentes. O novo adulto tem uma mentalidade de garotão e está voltado ao seu próprio umbigo, buscando seus interesses pessoais, de carreira e não sobra espaço ou interesse de cuidar do outro. Ainda que este outro seja o próprio filho”, explica a psicóloga Rosely Sayão que fala ainda de crianças órfãs de pais vivos.
É preciso tomar tempo e repensar estes valores que são absorvidos sem muita contestação. A juventude é valorizada acima de tudo, numa onda crescente que desemboca no consumismo desenfreado. Para a especialista que também é colunista da Bandnews e da Folha de São Paulo criança tem sempre as mesmas necessidades, há séculos: “Criança é criança e precisa de adulto como parâmetro, do contrário ficará abandonada à própria sorte sem amparo para seus anseios e dúvidas.”
Isto pode ser visto nos índices de doenças antes restritas aos adultos que agora assolam a base infantil.blog_criançatriste4Além da depressão, temos hipertensão, colesterol alto, gastrite e até alterações cardíacas. Aí se vê pouca interferência dos pais na orientação nutricional e uma permissividade em busca de ser “amigão”. Esta onda de ser camada e deixar o lado pai, que dita o caminho, também é um reflexo da ditadura da juventude, mas não dá de fato bons resultados. Segundo a especialista, em matéria de educação ser careta ainda rende os melhores frutos e não se trata de apenas ditar regras. “A regra por si só não ensina, a criança precisa aprender o princípio por trás dos padrões e entender que ela está no mundo, no ambiente e deve colaborar”, advoga Rosely, para quem arrumar a cama não deve ser um ato remunerado, mas uma lição de que ela faz parte daquele núcleo e sua ajuda faz parte do todo.
Cada família escolhe seus princípios e os ensina vivendo, por isto mesmo é que consumir tem se tornado o grande mote social hoje, porque é isto que as crianças veem nos pais e consumismo também é um princípio. Observe os sinais, gaste tempo em família, nas refeições, nos finais de semana no parque, exercite o diálogo. Todo indivíduo tem sua fase de reclusão e introspecção, mas se a do seu filho está passando de um dia, talvez tenha algo de errado, pois o normal de criança é ser feliz.
É preciso ficar atento se a criança:Para de brincar com os amigos
Dorme demais, de uma hora para outra
Faz desenhos que mostrem algo anormal
Não tem amigos na escola
Não tem convites para visitar amiguinhos
Tem notas baixas na escola
Mude de apetite repentinamente
Começa a sofrer de infecções sem causa aparente
Resultados da pesquisa de Ana Escobar959 crianças de 5 a 9 anos foram entrevistadas com seus pais
22,7% das crianças apresentavam ansiedade;
25,9% tinham problemas de atenção
21,7% problemas de comportamento.

Esta reportagem também foi publicada na revista Vida e Saúde

Açúcar: O vilão disfarçado


É comum ouvir-se que o chocolate é um vício. Estudos científicos realizados nos Estados Unidos vieram comprovar que o açúcar pode causar um efeito no cérebro semelhante ao da cocaína. Atualmente, existem já evidências de que os alimentos ricos em gordura, açúcar e sal podem alterar a química do cérebro, do mesmo modo que as drogas duras, como a cocaína e heroína.

A ideia, considerada polémica há apenas cinco anos, está a tornar-se uma teoria aceita entre investigadores. Mesmo assim, os mecanismos biológicos associados ao vício da fast-food ainda não foram revelados. 
Em 2001, os neurocientistas Nicole Avena, da Universidade da Florida, em Gainesville, e Bartley Hoebel, da Universidade de Princeton, começaram a explorar a ideia com uma base biológica.

Inicialmente, os investigadores procuraram sinais de adição em animais alimentados com fast-food. O açúcar é um ingrediente chave na grande parte deste tipo de comida. 
Assim, foi administrado a ratos um xarope, de concentração similar ao do açúcar presente numa refrigerante comum, durante 12 horas por dia. Ao mesmo tempo, outro grupo de ratos foi alimentado com água e comida normal.

Um mês após essa dieta, os ratos desenvolveram alterações de comportamento cerebral, identificadas pelos investigadores como idênticas às dos animais viciados em morfina. O grupo alimentado com o xarope demonstrou ainda um comportamento ansioso quando esse ingrediente foi removido. 
Após este estudo, publicado em 2008, outras investigações em animais têm confirmado a base biológica para a dependência de açúcar.

O “casamento gay” em uma nação “cristã”

Votação surpreendente nos EUA
Numa decisão histórica, a Suprema Corte dos Estados Unidos legalizou nesta sexta-feira (26) o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o país. Os 13 estados que ainda proibiam não podem mais barrar os casamentos entre homossexuais, que passam a ser legalizados em todos os 50 estados americanos. A decisão veio por cinco votos contra quatro. O casamento tem sido uma instituição central na sociedade desde os tempos antigos, afirmou o tribunal, “mas ele não está isolado das evoluções no direito e na sociedade”. Ao excluir casais do mesmo sexo do casamento, explicou, nega-se a eles “a constelação de benefícios que os estados relacionaram ao casamento”. O tribunal acrescentou: “O casamento encarna um amor que pode perdurar até mesmo após a morte. Estaria equivocado dizer que estes homens e mulheres desrespeitam a ideia de casamento... Eles pedem direitos iguais aos olhos da lei. A Constituição lhes concede esse direito”, ressaltou, segundo a agência AFP. [...]

O caso analisado pela decisão desta sexta se referia aos estados de Kentucky, Michigan, Ohio e Tennessee, onde o casamento é definido como a união entre um homem e uma mulher. Esses estados não permitiram que os casais do mesmo sexo se casassem em seu território e também se negaram a reconhecer os casamentos válidos em outros estados do país. [...]

Como informa a agência EFE, o governo do presidente Barack Obama já tinha manifestado abertamente sua postura a favor do casamento homossexual depois que, pela primeira vez, o próprio líder declarou apoio à causa em 2012. Obama disse no Twitter que a aprovação é um grande passo para a igualdade de direitos. “Casais de gays e lésbicas têm agora o direito de se casar, como todas as outras pessoas. #Oamorvence”, disse o presidente. [...]


Casa Branca colorida
Nota: Levando em conta a notícia acima, que teve ampla repercussão em todo o mundo e grande apoio nas redes sociais, com pessoas e instituições (a Casa Branca mudou a imagem do seu perfil no Facebook) adotando as cores do arco-íris em apoio à causa gay, quero tratar aqui de, pelo menos, três pontos:

1. Já disse várias vezes aqui que não posso ser contra a união estável entre pessoas do mesmo sexo, pois cada um faz o que bem entende da sua vida e o Estado tem o dever de garantir certos direitos aos cidadãos, sejam eles quem forem, tenham a orientação sexual que tiverem. O que não posso aceitar é a redefinição da palavra “casamento”, e que isso venha de uma nação fundada sobre bases bíblicas, por protestantes vindos da Europa com o objetivo inicial de ser fiéis à Palavra de Deus. Embora Obama tenha cantado o tradicional hino evangélico “Amazing Grace” no funeral de uma senadora (confira), a verdade é que, com sua atitude em relação ao “casamento” gay, ele deixa claro que sua religião é nominal, não se importando com o que diz a Bíblia – exatamente como a maioria dos cristãos hoje em dia. Alguém poderia dizer: “Mas ele cantou sobre a graça de Deus, que é inclusiva e perdoadora.” Sim, é. Mas, como diz Judas 4, não é correto valer-se da graça de Deus para acobertar o pecado. A graça nos livra do pecado, nos dá poder para vencê-lo, não passa a mão na cabeça do pecador. E aqui é preciso deixar claro, também, outro detalhe nessa discussão: ter tendências homossexuais não é pecado, praticar relações homossexuais, sim. Todo ser humano tem seus pontos fracos e suas lutas contra tentações específicas. O que não podemos é nos render a essas tentações como se pecar fosse algo inevitável ou até desejável.

2. Essa aceitação da união entre pessoas do mesmo sexo como se fosse casamento igual ao dos heterossexuais é outra evidência de que a crença criacionista foi pro ralo nos Estados Unidos e em quase todo o mundo. A Bíblia apresenta o primeiro casamento tendo sido celebrado por Deus, envolvendo um homem (Adão) e uma mulher (Eva). E Jesus Cristo reforçou isso em Marcos 10:6-8: “Mas no princípio da criação Deus ‘os fez homem e mulher’. ‘Por esta razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne’. Assim, eles já não são dois, mas sim uma só carne.” Uma só carne (casamento) = homem + mulher. A descrença na literalidade dos primeiros capítulos de Gênesis levou não apenas à dissolução da crença no casamento monogâmico heterossexual, mas também à descrença no sábado bíblico, abrindo caminho para a aceitação do falso dia de guarda, o domingo. Está tudo no mesmo “balaio”: o falso casamento e o falso dia de guarda. Quando se abandonam as verdades sustentadas pela visão criacionista bíblica, escancara-se a porta para uma série de absurdos religiosos e comportamentais. Assim, as duas instituições edênicas – o casamento e o sábado – foram substituídas por contrafações.


Onda gay nas redes sociais
3. Com a doutrinação adequada, leis antes tidas como absurdas acabam sendo aceitas naturalmente. Anos de glamourização dos relacionamentos homossexuais em filmes, seriados e novelas acabaram “fazendo a cabeça” do povo. Isso também aconteceu no Brasil, com as novelas exibindo beijos gays em horário nobre, de forma que, com o tempo, praticamente todo mundo passou a ver isso como algo aceitável e até admirável. Você duvida que, com a insistência do Vaticano/papa nadefesa do domingo como dia da família e da natureza, será bem fácil promulgar uma lei que o torne obrigatório? O Parlamento Europeu já concorda com isso. Outros países também. Assim como outros países já permitiam o “casamento” gay. Mas, quando os EUA tornam isso obrigatório, essas leis têm mais força e muitos outros lhe seguem o exemplo. Muitas pessoas adotaram as cores do arco-íris em seus perfis nas redes sociais simplesmente para embarcar na “onda”. Quantas outras ondas e leis virão por aí? [MB]



Assista também a este vídeo (aqui, em inglês) pata entender as possíveis consequências para as igrejas dessa decisão da Suprema Corte norte-americana.

Detalhe curioso sobre a bandeira gay: enquanto o arco-íris tem sete cores (número bíblico da perfeição), a bandeira gay tem seis.

A cronologia do Salmo 150


Pastel vegetariano assado


INGREDIENTES

Tempo de preparo1h 30min
http://img.ibxk.com.br/tdg/assets/layout/blank.gifRendimento8 porções
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Massa:
1 ovo
2 xícaras de farinha de trigo
1 colher de sopa de vinagre
2 colheres de sopa de margarina
1 colher rasa de café de sal
uma gema para pincelar os pastéis

Recheio salgado:
1 lata de milho em lata
Catupiry ou requeijão a gosto
Palmito picado a gosto
Orégano a gosto

Recheio doce:
Goiabada ou doce de goiaba a gosto
Queijo prato ou mussarela a gosto

MODO DE PREPARO

Misture em uma tigela a margarina, o ovo, o vinagre e a farinha de trigo
Depois de bem misturados os ingredientes, amasse com as mãos até que forme-se uma massa homogênea e fácil de trabalhar, soltando das mãos enquanto amassa
Deixe descansar dentro da geladeira por 30 minutos
Em seguida, abra a massa com o rolo de macarrão e corte em círculos, do tamanho de sua preferência para fazer os pastéis
Acrescente o recheio que preferir, doce ou salgado, fechando os pasteizinhos e apertando as beiradas com um garfo para que fiquem bem selados
Pré-aqueça o forno por 10 minutos em temperatura média (210° a 240°)

(Tudo Gostoso)